Naviews #101 | black friday: quem grita mais perde

Novembro começa e o feed inteiro muda de tom. As cores escurecem, as letras gritam e os cronômetros contam: é Black Friday, o mês em que o varejo entra em

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Novembro começa e o feed inteiro muda de tom.

As cores escurecem, as letras gritam e os cronômetros contam: é Black Friday, o mês em que o varejo entra em modo turbo. 🚀

São milhares de marcas competindo pela mesma coisa: a sua atenção. 🫵🏻

Umas com descontos realmente incríveis, outras… nem tanto. Mas o fato é que essa é, sim, uma das datas mais importantes do comércio mundial e também uma das mais desafiadoras.

Porque aqui, o problema não é só aparecer. É ser ouvido. E, principalmente, ser acreditado.

o mês mais aguardado pelo varejo

A Black Friday é uma das datas mais importantes do ano para quem vende, mas também uma das mais desafiadoras para quem quer se destacar.

Porque o ponto é: não basta aparecer. Hoje, aparecer é o mínimo.

A verdadeira vantagem está em ser ouvido (e que essa voz seja confiável). O consumidor já se acostumou à correria, à enxurrada de “super descontos”, à promessa de “melhor preço do ano”.

E, por isso mesmo, também está mais cético: tem os que resumem a Black Friday a “promoção ou armadilha”. A chamada “Black Fraude” não é brincadeira.

E após tantos anos ouvindo sobre isso, as pessoas aprenderam a desconfiar.

A expectativa não é mais pelo menor preço, mas pela marca em que se pode confiar.

o ambiente da disputa

Em 2025, as projeções mostram que esse período vai crescer.

Segundo o Google, o cenário para a Black Friday deste ano vem com algumas mudanças interessantes: 👇🏻

  • 50% dos consumidores já tinham sua lista de desejos pronta antes de novembro começar

  • 39% planejam comprar mais do que em 2024

  • O ticket médio esperado é de até R$ 600

  • 54% das pessoas economizaram ao longo do ano só para essa data.

Ou seja: o público quer comprar, mas com intenção.

E isso muda completamente o jogo.

o papel dos micro-influenciadores nessa época

Num momento de tanto ruído, quem se comunica como “conselho de amigo” tem vantagem.

Os micro-influenciadores, aqueles que falam para comunidades específicas, que têm intimidade com o público, entram como aliados decisivos.

Eles não só divulgam ofertas: recomendam com autenticidade, explicam por que vale, mostram na prática. Para marcas, isso significa que investir somente em “o maior em alcance” pode não bastar.

credibilidade conta (e muito)

Ganha quem fala mais alto? Não necessariamente.

Ganha quem tem voz que é escutada, quem já construiu repertório, quem tem histórico, quem entrega antes de pedir.

Quando tudo vira promoção, a marca que se posiciona com clareza e honestidade se destaca. E isso gera algo difícil de comprar: confiança.

o que esperar para 2025

– Maior participação de dispositivos móveis nas vendas: o canal “app” ou “mobile site” já é central.

– Campanhas que começam antes de novembro, o “Dia D” já não basta, o desenho da jornada se estende.

– A pressão por diferenciação cresce: não é só preço, é oferta + experiência + confiança.

– Uso mais forte de dados para personalizar, segmentar e antecipar desejos de compra.

Enquanto marcas se preparam, uma reflexão para você: como a sua marca ou o conteúdo que você cria vai funcionar durante essa onda?

Vai se juntar ao coro de “promoção pra todo mundo” ou vai construir uma conversa que vale, que segura, que converte porque entrega?


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